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27 fevereiro 2017

Pessoas Bonitas no Oscar 2017


Nem vim aqui pra gongar ou pra falar de modelitos, ou pra falar de vencedores e não vencedores (LaLa Land, Lov U!) e nem nada disso.

A razão de existência desse post é completa e exclusivamente a reca de povo bonito e endeuzante na festa do Oscar desse ano. Tô passada.


#1 Riqueza. Sinônimo de RIQUEZA:


Aí a pessoa surge e tem cara de rica, pele de rica, cabelo de rica, sorriso de rica, batonzão de rica and vestido de rica. Nóis pobre sofre.

E ainda leva Oscar.



#2 Sinônimo de Beleza. BE-LE-ZA!!!:


 Porque uma festa de Hollywood sem Ryan Gosling não é uma festa, e porque Ryan Gosling é RYAN GOSLING e ele acaba com todas as nossas expectativas de achar um boy magia assim. Arrasada.



#3 Sinônimo de "Ai, meu Deus, me abana!":


Qual é a necessidade disso tudo, meu filho? Hã?


#4 Sinônimo de Relationship Goals:


Porque claro que quando eu crescer, ser mocinha e casar, tenho que sair com o boy assim. Nesse extremo excesso e enlouquecido de fofura. 

#5 Sinônimo de "F*$#ng Hard":


Pode vir nimim, Mr. Grey. De barba e tudo.


#6 Sinônimo de Como ser Princesa no Oscar:


Ou mais conhecida como a versão Disney do Cisne Branco da Natalie Portman. 


Na falta de Jennifer Lawrence pra posar de vestidão, a sujeitinha aí fez bonito. 


E com esse monte de pessoas arrasantes, esse post bonito e sofisticado chega ao fim ao som de City of Stars:



Até o Oscar 2018!



Fotos: IMDB

16 fevereiro 2017

A Louca da Taquicardia


Uma vez quando eu era pequena perguntei a minha mãe o que era essa tal taquicardia que o povo falava e ela me respondeu que era quando o coração batia muito rápido e a pessoa podia passar mal e ir para o hospital. Assim, todas as vezes que eu fazia aula de Educação Física na escola e sentia meu coração saltitando desesperado no pescoço pensava que estava tendo taquicardia e que ia parar no hospital. Isso foi bem semelhante a quando eu perguntei a minha mãe outra vez o que era ficar ansioso e ela disse que era quando a gente esperava muito para algo acontecer, e eu, mais uma vez, ficava feito uma tonta na frente do fogão esperando o bolo de cenoura ficar pronto e dizia que estava muito ansiosa.

Talvez eu fosse meio ingênua na época.

Mas ninguém me ensinou que taquicardia faz você falar quase trinta palavras em menos de 30 segundos e ficar argumentando consigo mesma qual a necessidade de falar rápido assim se todos estão devidamente atentos a sua conversa. E depois faz você pensar que falar rápido não tem nada a ver com taquicardia ou ansiedade, é só que você simplesmente acha que precisa se livrar logo dessa obrigação árdua de ter que falar para outras pessoas, assim, você pode economizar tempo falando o máximo em menos tempo possível. E isso realmente, realmente, não faz o menor sentido.

Claro que acontece também quando você vai digitar qualquer estúpida coisa. Por exemplo, para escrever essa simples frase, digitei quase todas as teclas e errei quase todas as palavras no processo, tendo que infelizmente, parar algumas vezes para corrigir tudo. E vai que ficou outra perdida por aí que nem vi...

O que quero dizer é que taquicardia e ansiedade, na verdade, não tem nada a ver com bolo de cenoura, aulas de Educação Física ou falar rápido demais. Eu nem sei realmente se elas tem a ver com alguma coisa, mas a constância delas no meu dia-a-dia tem tudo a ver com o fato de eu escrever. Sim, bem... Escrever alguma coisa. Não no sentido Literatura Nacional de Elite, ou mesmo, Prêmio Jabuti, mas... Sabe, escrever? Usar lápis e papel - que no mundo de hoje se resume a dedos e teclado e uma tela aberta do Word? Então... A taquicardia é consequência de uma rotina bem tumultuada, tipo: acordar-banho-café-sair correndo-pegar ônibus-perder ônibus-bater ponto-ter um dia terrível-bater ponto-sair correndo-pegar ônibus-perder a hora-chegar atrasada-assistir aulas-querer dormir-voltar pra casa-fazer a janta-lavar a louça-tentar dormir-não conseguir-começar de novo. A ansiedade é o que está exatamente no antes e no depois. E assim a vida prossegue ao tropeços.


Quando eu era pequena eu achava que queria ser médica e cuidar de crianças. Hoje eu cuido de crianças e Deus me livre ser médica, porque detesto sangue. Quando eu era pequena eu queria trabalhar muito e passar o dia fora de casa. Hoje eu trabalho muito, passo o dia fora de casa e só penso em desistir de tudo. E é aí que mais uma vez essa aceleração chega como se eu tivesse praticado muito na aula de Educação Física e meu coração fica batendo até dentro dos meus ouvidos como tambor de escola de samba. Escola de samba tem tambor?

Não sei nem mesmo quando começou essa coisa toda. Tem gente que diz que é loucura, tem gente que diz que é frescura, mas o porém é que não tenho muito afago por gente. A gente não me entende, não me ajuda, não me dá uma luz. E nem faz parar o turu-turu-turo aqui dentro. Se você tivesse qualquer dia ficado encolhida num canto de parede sem conseguir respirar, pensar, andar, sentir, viver, só sofrer-sofrer-sofrer, você entenderia. Mas você não entende, você é gente.

Às vezes, eu penso que a louca da taquicardia é um encosto. E ele me possui uma vez ao dia e me faz querer coisas absurdas. Já fui em sessão do descarrego, mas não funcionou; já fui em psicólogo, mas não deu em nada; já apelei até pro Constantine Caçador de Demônios, mas... Agora só me falta pedir ajuda pros Irmãos Winchester. É meio ridículo pensar que cheguei a esse ponto quando tudo que queria, na verdade, era me empanturrar de bolo de cenoura e ficar em casa vendo Netflix. No fim das contas, acho que a taquicardia e a ansiedade tem a ver com ser adulta.

Ser adulta é chato. É um tremendo pé no saco. Você acha que pode tudo, mas na verdade, não pode nada, porque tudo é ilegal, imoral ou engorda. E você tem que continuar sendo adulta porque é inaceitável ligar para sua mãe e dizer que quer colo e não quer dormir sozinha. E assim a vida segue aos tropeços. Tropeços, atropelos, acidentes de carro, colisões e explosões. Você não entende porque tá acelerada, porque fala rápido demais, porque tem que ainda fazer Educação Física e porque diabos não pode ter bolo de cenoura às 2h da madrugada. A vida segue na taquicardia, na ansiedade, na ansiedade da ansiedade e na falta de idade pra ser adulta e no exagero de idade pra ser criança e é um ciclo sem fim e você cansa, mas continua.

Porque a taquicardia é isso: é quando se está cansada, mas ainda continua. É quando se está ansioso, mas ainda continua. Quando se tropeça e atropela. mas ainda continua. É o coração gritando que a função dele é bater e que não pode parar.


PS: Se ainda persistirem os sintomas, o médico deverá ser consultado.


30 janeiro 2017

EU VI #26: Passageiros

Eu estava beeeem curiosa pra ver esse filme com a JLaw e o delicinha do Chris Pratt, ainda mais depois de todas as fotos de premiere que o Chris postou no Instagram. Além de ser uma ficção científica bem diferente, achei massa a ideia do romancezinho no espaço. E aproveitei meus últimos resquícios de férias pra dar uma conferida no bonito.

Durante uma viagem de rotina no espaço, dois passageiros são despertados 90 anos antes do tempo programado, por causa de um mal funcionamento de suas cabines. Sozinhos, Jim (Chris Pratt) e Aurora (Jennifer Lawrence) começam a estreitar o seu relacionamento. Entretanto, a paz é ameaçada quando eles descobrem que a nave está correndo um sério risco e que eles são os únicos capazes de salvar os mais de cinco mil colegas em sono profundo.








24 janeiro 2017

Maquiagem Duda Molinos - Batom e Corretivo


Minha promessa de 2017 é que vou parar de ser consumista e comprar só aquilo que eu esteja realmente, reaaaaaalmente precisando. Então, enquanto isso, vou postando aqui todas as tranqueiras bonitinhas, fofinhas e baratxenhas que fizeram parte do meu acervo Becky Bloom  em 2016, tá? Aguentem.

E pra hoje, tem maquiagem linda, estupenda e óteeema da linha do maquiador fashion Duda Molinos. Nunca tive nada da marca, mas achei na lojinha e gamei horrores. Trouxe logo batonzinho e corretivo pra casa. Vê só:

28 dezembro 2016

TOP Piriguetagem Literária 2016

Pra terminar 2016 com chave de ouro e toda aquela emoção bonita e esfuziante, nada mais que adequado trazer nosso querido, amado e estimado Top Piriguetagem Literária do ano, néeeeee, povo?!!

Breves explicações pra quem ainda por cargas d'água não conhece:

O meme foi criado pela Nanda do Viagem Literária em 2011, com base na descrição de piriguete literária (vrá!) feita pela Luciana do TOC Livros:

"De acordo com o dicionário Aureliânus, sofre de piriguetismo literário aquele(a) que troca de paixão platônica fictícia toda semana, e usa a expressão 'é meu' quando descreve algum personagem. Este tipo de piriguete usa ou usará óculos e sente frio (característica principal que a diferencia das outras espécies).”

E Baguncinhas que se preze não fica de fora. (Veja aqui e aqui os de anos anteriores). Esse ano tem estouro da boiada de tanto boy magia. Tira as crianças da frente e se solta!


#10 Ky, Heart Recaptured (Skoob)

A série da Tillie Cole - Hades Hangmen - que me conquistou muito no início de 2016 vai ser uma queridinha nessa lista, vou logo avisando. Tem motoqueiros lindos e sarados e uma trama com mocinhas detonadas e seitas malucas muito bem boladas. E o livro 2 da série é o livro do depravado e boca rasgada do Ky. Ele é o Vice Presidente do Hades Hangmen Moto Club e ele está mais do que disposto a ajudar a coitada da Lilah a se acertar na vida depois de ser liberta de um culto maluco o qual ela era escrava.
Só posso dizer que o Ky conseguiu ser um maluco fofo e apaixonante. Piriguetei muito e achei lindo todos os sacrifícios que ele fez pela loira linda de morrer da vida dele. Aviso aos navegantes: leiam essa série que é muito, muito, muito boa!









#9 Fredrik, O CISNE E O CHACAL (Skoob)

Êhh... Fredrik! 'Tava esperando por você, sujeito... Depois de babar por sua causa em O Retorno de Izabel, claro que eu estava ansiosa pela sua história. Pena que o livro do Fredrik não é tão romance assim. É a história de um assassino e de como ele precisa lidar com seus maiores terrores. Contudo, esse membro da Ordem é lindo, deuso, poderoso, perigoso e disposto a tudo pelo que ele acredita. Dá até pra dá umas choradinhas lamuriosas no livro dele...


















#8 Jared, SEMPRE FUI SUA (Skoob)

Me rendi a essa série e como muita gente por aí, também me apaixonei pelo Jared e sua vida de bullying contra a Tate. A história é um New Adult bem interessante, bem escrito pela Penelope Douglas e com toques bem sensuais até. E acho que piriguetei mais o Jared pela história dele, pelo conjunto da obra... Ele se doou, se sacrificou, sofreu e apanhou, mas mereceu o seu momento feliz. E ele é coisinha linda de doer!














#7 Simon, O DUQUE E EU (Skoob)

Sim, o duque da série da Julia Quinn! Simon tinha que estar nessa lista, vai! Arrasante, esse sujeito. E cada diálogo e pegadinha mais divertida que a outra com a Daphne. Essa série da Julia é muita fofa e divertida e vale a pena ler, mas ainda parei no Livro 1. Quer lordes escandalosos, delicinhas e divertidos? Vai nessa série que você se acha.
















#6 Dante, NO MUNDO DA LUNA (Skoob)

O Dante foi uma surpresa... Depois de algum tempo, peguei outro livro da Carina Rissi e me apaixonei de novo pela fofura com que ela escreve. É nossa Sophie Kinsella Made in Brasil, não tem jeito. E o Dante é aquele cara que vai deixando você apaixonada aos poucos e que logo você se acha de cabelo em pé e enlouquecida pelo bofe. Igual à Luna, a doida da vez. E ele ainda por cima é a cara do Clark Kent, minha gente! Isso é judiar demais. Jornalista gato, charmoso, inteligente e mandão? Gama no Dante que é sucesso.











#5 Garrett, O ACORDO (Skoob)

Outra série que 'garrei de amores esse ano foi essa da Elle Kennedy. Li os dois primeiros e não consegui não ficar gamadinha da silva pelo Garrett do primeiro livro. Divertido? Blá! Sexy e charmoso? Qual é! Ele perturbou tanto a Hannah (ou Wellsy) que perturbou meu coração também e levou ele à reboque. Livro bem delicinha, daqueles que dá vontade de ler 2, 3, 4, 5, 6 vezes só pra se divertir e se apaixonar pelo bofe escândalo do mundo do hóquei na Faculdade Briar.














#4 Rafe, THE KISS OF DECEPTION (Skoob)

O Rafe quase, quaaaaaaase ficou no Top 3 dessa lista. Mas o porém é que o Rafe ainda é um caso incerto. Ele é lindo, ele é fofo, ele é sem vergonha, ele tem uma língua afiada e ele faz de tudo para pegar a Lia desprevenida. Mas o caso é que tudo anda muito nebuloso nessa trilogia da Mary E. Pearson. Espero que daqui pro fim ele ainda se mostre e se amostre e a gente possa gamar mais um bocadinho no coisa linda.













E agora o pódio...


EMOÇÃO...



ADRENALINA.....



SUSPENSE....



E...

Ok, segurem as perucas, porque aqui a coisa é séria. A piriguetagem rolou louca, solta e esfuziante. Cata:


#3 Jimmy, LEAD (Skoob)

Jimmy Ferris meu amor eterno e sagrado! Bofe escandaloso e vocalista coisa linda do Stage Dive e que arrasa o coração de nós todas e bagunça nossa pobre mentezinha. Dona Kylie Scott destroçou tudo criando a série dessa banda fantástica e fazendo o Jimmy Delícia habitar em nossas vidas. Gente, o homem é poder! E quem vive pra aguentar as paranoias dele? Lena e essa pessoa aqui que vos fala. Tantas risadas nesse livro que fiquei com soluço. E tanta fofura e arrara quarteirão que chega deu piripaque. Provem o Jimmy e depois aprovem! Medalha de Bronze pro bonitão.












#2 Flame, SOULS UNFRACTURED (Skoob)

Esse aqui também ficou no time dos quase, porque quase, quase, quase que ele era primeiro lugar. Flame não só me conquistou como me arrasou. Ele é outro membro do Hades Hangmen Moto Club e tem uma história de vida como nenhuma outra. O que sofreu, o que suportou e o que se tornou... Não há como explicar, você precisa conhecer o Flame, digo, PRECISA! E leia do livro 1 pra pegar todas as nuances do sujeito, tá? Mesmo o desenrolar dele sendo só no livro 3 com a linda e graciosa e sofredora Maddie. Gente, juro... Piriguetar o Flame como fiz esse ano foi até vergonhoso. Caí de amores. Surtei. Morri.
Medalha de Prata com cheiro de Ouro.









E para fechar o ciclo piriguete lunática 2016 dos livros mais badalados na minha estante de lidos, eis que surge já agora no finzinho do ano, aquele que conseguiu desbancar o Flame e não só me arrasou, como me inundou, me encheu de orgulho, de amor, de esperança, de tudo. Porque mocinho bem escrito como esse fazia teeeeeeeeempo que eu não via, se é que já cheguei a ver algum. E palmas de pé para Dona Sarah J. Maas que conseguiu criar coisa tão rica e poderosa.

Primeiríssimo lugar, ninguém mais, ninguém menos que...

#1 Rhysand, CORTE DE NÉVOA E FÚRIA (Skoob)

Jeeeeesus! Como pode tanta paixão? É amor, é loucura. Como pode um sujeito ser escrito de forma tão perfeita, tão bem criada e cuidada, tão envolvente e apaixonante? O Rhysand, ou Rhys pros íntimos faz parte do mundo fantasioso da série das Cortes da Sarah J. Maas, mesma criadora de Trono de Vidro. E ele é o Grão-Senhor da Corte Noturna que simplesmente arrasa com nossas vidas. Rhys aparece inicialmente no primeiro livro da trilogia Corte de Espinhos e Rosas, mas o ápice da majestade dele vem no livro 2. Não consigo explicar esse lorde em poucas palavras e de uma forma que eu não dê spoilers gritantes. Mas garanto que amor e altruísmo e garra, e força e coragem como nesse senhor, não há igual. E sabe o que é melhor? Ele ainda tem um espírito feminista, meu povo... Ele acredita piamente na igualdade, ele faz coisas grandiosas com todo o poder que ele tem e ele roubou meu coração para sempre e sempre, amém. Como viverei até maio quando sai o último livro da série? Na mais pura sofrência, é claro.


E declaro solenemente que sobrevivi aos ataques de piriguete literária de 2016 e já estou no embalo de mais surto e casos de amor em 2017. Ninguém me segura no fim do ano. Fui!
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