Menu

14 março 2012

EU VI #10: Footloose (1984)

Genteim, o EU VI de hoje tá tãoooo lindo e tãooooo cool!!! Vem com uma baladinha ultra-mega-power dançante dos anos 80, Footloose: Ritmo Louco.

Quem ainda não viu o bonitinho, agora tá na hora de conferir!!!

 

Ren (Kevin Bacon) é um rapaz de Chicago que se muda para uma pequena cidade do interior e se espanta com o conservadorismo local: um pastor conseguiu proibir o rock e a dança, pois tem seus motivos para achar que são perigosos. Mas o pastor não conseguiu que os adolescentes da cidade se tornassem ajuizados: uma louca corrida de carros é apenas um exemplo de como passam o tempo. Ren, que adora música e dança, se apaixona justamente pela filha do pastor e terá de convencê-lo a repensar sobre a proibição. O filme fez sucesso nos anos 80, misturando rebeldia adolescente, música, dança, drama e romance.








Trailer:


Bem, eu já tinha assistido a esse filme um tempinho atrás e sempre me empolguei com o ritmo realmente muito louco dele. E o Kevin Bacon que era mesmo uma gracinha, claro. Mas agora a coisa superou...

Peguei o vício, há! Com o lançamento do remake em 2011 e que eu só assisti por esses dias, eu tive que voltar ao passado e dar uma comparada com o original, neah?!
O primeiro filme é marcado por cenas bobinhas e a atuação dos atores nem é lá essas coisas, mas a sequência de imagens é tão, mas tão empolgante que quando você começa a ouvir o "tonight I gotta cut loose...", já dá vontade de sair dançando feito uma retardada pela casa, hehehe... A história de Ren, o rapaz da cidade que de repente se encontra no bloqueado mundinho da pequena Bomont é bem peculiar. Ele se sente estranho naquela vida campestre onde tudo é proibido, principalmente aquilo que ele mais ama fazer: dançar.


Mas Ren não está sozinho nessa. A chatinha e não convicente Ariel, filha do pastor local, é uma rebelde sem causa que adora arrumar uma confusão. Ela é daquele tipo de mocinha que você luta, luta, luta, mas acaba não gostando. Mas não desistam do filme por causa dela, não, o resto é bem legal.
As cenas de dança de Footloose são impecáveis (#falou a entendida) e parecem ser super fáceis de aprender, pois é um ritmo tão contagiante que dá logo vontade de você se jogar no rebolation, rsrs. Bem diferente desses filmes mais atuais de dança que exploram principalmente o lado do hip hop, onde as coreografias não são nada, mas naaaada simples.

 

A história é toda alto astral, cheia de musicalidade, rebeldia, e uma luta muito interessante pela liberdade. Pontos negativos: acho a Lori Singer, atriz que interpreta a Ariel, magra demaaaais, me dá agonia a magreza dela. E a louca passa o filme todo dando piti, aff!

 

Outra coisa é que eu meio que tenho um certo preconceito com essas coisinhas de antigamente. Na cena em que o Ren chega para buscar a Ariel para o baile, ele fica todo impressionado com a 'buniteza da creuza' dela. Eu, no entanto, fiquei um tempão olhando para aquela magrela sem graça, toda retorcida, com cabelinho trabalhado nos bobes e pensando: Como é que essa criatura pode ser linda??? Isso hoje seria uma baranga condenada de violência visual, há! (#bad girl feelings)

 

Além das cenas ótimas de se dançar, Footloose também tem uma das melhores cenas de beijo da história do cinema na minha humildezinha opinião, porque tem coisa mais cute que um casalzinho fofinho dando umas bitoquinhas ao som de uma caixinha de música no meio de um monte de destroço??? Lindo demáas!!!


A trilha sonora também é uma das mais requisitadas até hoje, com canções bem animadas, algumas no estilo country (aduóro!) e que garantem muita diversão. (Tá, mas isso é um post pra o Por dentro da Trilha, promise!)


E o hit Footloose cantado pelo Kenny Loggins é ensaiado, repetido e coreografado (hein?) até hoje!!!


Diz se não dá vontade de jogar tudo pro lado e sair dançando??? (Vale aí as cenas sem noção da Ariel gritando estridentemente, aff... E do cara tirando meleca do nariz. Esses adolescentes de 1980, sei não...)

Agora, para tudo:

A Sarah Jessica Parker também está no filme: morena, nariguda, cabelinho fuá e muito tosca. Carrie Bradshaw, morra de vergonha de seu passado brega...


Então, minha gente, o filme é mesmo uma delícia e eu super recomendo. Depois falo aqui da versão 2011 que eu achei mutcho legal também. (E descobri que fizeram um livro baseado nessa versão que tem tudo pra ser o pipôco).

Mais fotos:









Nenhum comentário:

Postar um comentário

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...