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06 março 2012

EU VI #9: Elvis & Anabelle



Hoje o EU VI traz um filminho beeem bonitinho e tristemente desconhecido... Elvis & Anabelle.







O filme conta a história de amor entre uma miss do Texas e o filho de um coveiro. Durante um concurso de beleza a jovem miss Anabelle (Blake Lively) morre inesperadamente. Ao ser enbalsamada por Elvis (Max Minghella),  ela milagrosamente ressuscita. Esse fato liga os dois jovens, que se apaixonam. Porém, cada um deles é assombrado por seus próprios problemas, e eles devem lutar para impedir que a vida separe o que a morte uniu.
  






Trailer:


Tenho que começar dizendo que só fui assistir a esse filme pela capa. Porque eu achei tão bonitinha e interessante, com a menina parecendo uma Barbie ali em cima e o cara escondido nesse montão de nuvem negra que pensei logo: isso é bacana.

Logo, tomei um susto quando vi a Blake Lively na telinha. Juro que não tinha reconhecido ela na capa. E ela tá lindona (não tanto quanto em GG, porque é bem mais natural, sem tanto Chanel e Balenciaga, of course). A moça definitivamente nasceu pra fazer esse papel: uma garota de interior, linda de invejar que passa a vida se exibindo em concursos de beleza (Miss!) e tenta enganar a todos e a si mesmo com uma beleza perfeita que ela não tem. Anabelle é uma menina doce e que tem sonhos, mas todos eles são frustrados por conta de uma mãe controladora, de um padrasto nada gentil e de toda a cobrança que há ao seu redor por continuar a mocinha perfeita e encantadora. E ela realmente vai conseguindo tudo o que deseja. Até que um dia, nem sua mente nem seu organismo conseguem dar conta da pressão e ela morre. Bonita e feliz.

Elvis não é muito reconhecido em sua pequena cidade. Vive enfurnado em sua casa, onde também ajuda o pai na única funerária que tem pela região. O pai, no entanto, sofre com um problema físico e é chacoteado pelos garotos metidinhos nas ruas. Elvis toma conta de tudo. Ele é o adulto que precisa ser, mas não está muito satisfeito com a vida que leva. Ele quer mais, só que não sabe o quê. Até que um dia aparece em sua funerária, a moça da TV, aquela bela loira que desfilava com a coroa na cabeça. E ela está morta. Ele precisa embalsamá-la, fazer todos os preparativos para o velório, mas... Como fazer isso com alguém que parece ser o exemplo da perfeição?

 

A história começa a desenrolar mesmo a partir desse momento: quando Elvis inicia os preparativos de Anabelle. O garoto no entanto, tem um costume um tanto exótico, de fotografar os cadáveres. Não por uma questão de necrofilia ou algo do tipo, é uma atitude esquisita que nem ele mesmo sabe explicar. E é uma câmera ligada que faz as coisas virarem de ponta à cabeça. Elvis, abobalhado pela beleza de Anabelle, acaba por beijá-la. Um beijo sutil, leve, sem maldade, mas que é registrado inconsequentemente pela câmera. E no meio de toda essa confusão, a moça de repente, acorda.

Não vou dar mais detalhes da história, porque senão vai perder a graça . Mas basta dizer que o romance dos dois começa a acontecer de uma maneira bem natural e encantadora.




Anabelle consegue identificar o que a tortura e as coisas que lhe dão alegria... Elvis se torna mais suave e menos irritante...


 

As imagens do filme são lindas, muitas cenas tocantes - aposto que todo mundo vai gostar do final! - e a pouca trilha sonora que tem também é bem marcante.



Pra quem gosta de romancezinhos doces, envolventes, e que faz a gente ficar feito uma retardada olhando para telinha da TV, esperando a próxima cena, é uma ótima pedida. E ele apresenta um casal tão lindo, tão lindo, daqueles que a gente percebe no ato que nasceram para ficarem juntos, independente de quantas diferenças eles tenham, de quantas impossibilidades existam ao redor. E sabem o que é mais legal? A temática principal do filme é: Acredite em milagres, eles existem.

Lindo filme. Recomendadíssimo!




Outras capas:




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