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17 abril 2012

EU VI #12: Love Likes Coincidences

Hoje tem romance bem água com açúcar, mais melaço e adoçante por cima... Ôba!!!

Esse filme nem foi indicação, nem foi resenha muito linda, nem nada. Só bati o olho, disse "vou ver", vi e achei INCREÍBLE! E antes que eu comece a saracutiar por cima dele, venho dizer que esse bonitinho só me faz lembrar daquela música bacaneeenha do saudoso Cazuza, Exagerado.

Vâmo, entender porque, né?







Love Likes Coincidences (Aşk Tesadüfleri Sever) ou O amor gosta de Coincidências em tradução livre, é um filme turco que conta a história de uma mulher e um homem que nasceram em 1977, no mesmo dia, lado a lado, numa maternidade em Ancara e dos seus encontros e desencontros ao longo da vida.









 Trailer: (Não consegui achar um em português, sorry, mas dá pra entender pelas imagens)



 "Amor da minha vida, daqui até a eternidade... Nossos destindos foram traçados na maternidade..."

Özgür e Deniz sempre estiveram juntos a vida toda, mas nunca foram amigos de verdade. De fato, eles nem se conheciam exatamente. Mas a história dos dois sempre foi entrelaçada de uma forma sutil, misturando acontecimentos que eles nem faziam ideia de que estavam havendo. Ambos nasceram no mesmo dia e na mesma maternidade, e pode até se dizer que um só nasceu por conta do outro. Bonitinho, né?


A infância deles foi recheada de encontros surpresas (e desencontros também) e eles nunca, jamais conseguiram se conhecer de verdade. Passaram por muitas aventuras juntos (e separados), se viram crescer e aprender a lidar com as adversidades da vida. Mas sempre havia espaço para uma lembrança carinhosa, de uma garotinha sorridente no estúdio de fotografia... De um menininho desastrado derrubando um prato de comida.

 

"Paixão cruel desenfreada, te trago mil rosas roubadas..."

Deniz cresceu, virou uma bela moça e aspirante a atriz. Tinha uma vida interessante, um noivo apaixonado e bons amigos. Özgür, depois de muitas idas e vindas em hospitais durante a juventude, enveredou na carreira da música e então, desistiu. Depois se firmou como fotógrafo profissional e nem de longe ele lembrava de um passado muito distante, quando se derretia por uma menininha de sorriso encantador. Mas num conturbado dia de chuva, os caminhos desses dois tendem a se cruzar novamente, e dessa vez, as coisas parecem ser para valer.

Eles se encontram, e como se fosse propósito do destino, eles voltam a se encantar um pelo outro, e descobrem meio sem querer, que estiveram juntos a vida inteira, mesmo que seguindo caminhos opostos.

 

"Exagerado, jogado aos teus pés, eu sou mesmo exagerado... Adoro um amor inventado..."

Depois dessa parte, o filme se desenrola mais romântico, deixando as peripécias cômicas de lado e partindo para um lado mais sofrido e delicado. Os dois jovens estão se descobrindo e junto com isso, se defrontam com um sentimento arrebatador, que toma conta deles inteiramente, abrindo novos horizontes e os deixando completamente desnorteados. É bonito acompanhar como eles percebem que precisam um do outro, que foram feitos para ficarem juntos e que são como uma espécie de metades que finalmente se uniram.

 

Não vou contar o final, claro, mas vale dizer que o filme dá um banho de emoção, e faz a gente ficar chorando feito retardada e sorrindo ao mesmo tempo.O casal é uma delicinha de ver e as coisas ocorrem de tal maneira que eu, pelo menos, nunca imaginei que fosse acontecer, rs.

Outro ponto super a favor é a trilha sonora, recheada de canções belíssimas, com baladas tocantes e envolventes. Atenção especial para a que toca na última cena, chamada Hosçakal.

Por fim, filme recomendadíssimo, com selo Baguncinhas de Qualidade, .

Outras capas:


Capa da Trilha Sonora:

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