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14 agosto 2012

5 Livros que Valem à Pena Ler

Tenho feito poucas resenhas de livros por aqui ultimamente (se é que pode se chamar aquilo de resenhas, rs...), mas como vocês bem sabem, sou viciada em uma leiturinha básica. E já que ando em falta com minhas opiniões sobre literatura legal, decidi criar esse post pra mostrar pra vocês alguns livros que costumo indicar a todo mundo. Claro que tenho muitos livros dos quais sou fã e que indico também, meus amores O Senhor dos Anéis, Harry Potter, Irmandade da Adaga Negra, Crepúsculo, enfim, vários. Mas esses, são cinco bonitinhos que são garantia de aprendizado, divertimento, cultura, emoção, enfim... Cada um com uma temática diferente e que me arrancou muitos suspiros!

Simbora ver...


A Cabana (William P. Young)

…"Perdoar não significa esquecer, significa soltar a garganta da outra pessoa”…

Esse é aquele livro que eu diria: leia ao menos uma vez antes de morrer. É um livro lindo, impactante, que traz mensagens tão profundas e carismáticas que se você não derramar sequer uma lágrima, nem se preocupe em ter problemas cardíacos porque estará comprovado que você tem um coração de pedra. É de uma profundidade arrebatadora e faz a gente repensar em muitas de nossas atitudes e ações.

Sinopse: A filha mais nova de Mackenzie Allen Philip foi raptada durante as férias em família e há evidências de que ela foi brutalmente assassinada e abandonada numa cabana. Quatro anos mais tarde, Mack recebe um bilhete suspeito, aparentemente vindo de Deus, convidando-o para voltar àquela cabana para passar o fim de semana.
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A Menina que Roubava Livros (Markus Zusak)

"Odiei as palavras e as amei, e espero tê-las usado direito".

Esse bonitinho e sua capa tão clássica e cativante é um dos que me motiva a ler, e muitas vezes, a escrever. Demorei um bom tempo para lê-lo, mas fui muito bem recompensada com sua história tão rica de ensinamento, emoção e delicadeza. A história da pequena Liesel e seu amor pelas palavras em meio ao caos da guerra me emociona de uma maneira sem igual. Sou apaixonada pela ousadia e determinação dessa menina e o fato é que, quando a morte nos conta uma história, nós realmente temos que parar para ler.

Sinopse: Entre 1939 e 1943, Liesel Meminger encontrou a morte três vezes. E saiu suficientemente viva das três ocasiões para que a própria Morte, de tão impressionada, decidisse nos contar sua história, em 'A menina que roubava livros'. Desde o início da vida de Liesel na rua Himmel, numa área pobre de Molching, cidade próxima a Munique, ela precisou achar formas de se convencer do sentido de sua existência. Horas depois de ver seu irmão morrer no colo da mãe, a menina foi largada para sempre aos cuidados de Hans e Rosa Hubermann, um pintor desempregado e uma dona-de-casa rabugenta. Ao entrar na nova casa, trazia escondido na mala um livro, 'O manual do coveiro'. Num momento de distração, o rapaz que enterrara seu irmão o deixara cair na neve. Foi o primeiro dos vários livros que Liesel roubaria ao longo dos quatro anos seguintes. E foram esses livros que nortearam a vida de Liesel naquele tempo, quando a Alemanha era transformada diariamente pela guerra, dando trabalho dobrado à Morte. O gosto de roubá-los deu à menina uma alcunha e uma ocupação; a sede de conhecimento deu-lhe um propósito. E as palavras que Liesel encontrou em suas páginas e destacou delas seriam mais tarde aplicadas ao contexto da sua própria vida, sempre com a assistência de Hans, acordeonista amador e amável, e Max Vanderburg, o judeu do porão, o amigo quase invisível de quem ela prometera jamais falar. Há outros personagens fundamentais na história de Liesel, como Rudy Steiner, seu melhor amigo e o namorado que ela nunca teve, ou a mulher do prefeito, sua melhor amiga que ela demorou a perceber como tal.
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Lonely Hearts Club - Porque ninguém precisa de um namorado para ser feliz (Elizabeth Eulberg)

"Eu ia parar de me torturar namorando otários. Aproveitaria as vantagens de ser solteira. Pela primeira vez, iria me concentrar em mim. O terceiro ano seria meu ano. Girando todo em torno de mim, Penny Lane Bloom, única participante e fundadora do Lonely Hearts Club."

Já falei desse coisinha linda aqui antes e meu amor por ele é tremendo. Esse é um livro pra divertir horrores, e pra isso, nada melhor que algo regado a muito Beatles, né não? A vida amorosa de Penny Lane é um caos e ela se junta com suas amigas para pôr um fim nesse mundinho masculino cheio de cretinice. Leveza, risadas e aqueles suspiros de fazer a gente ficar meio bobo são garantidos. E um livro que tem essa capa deve ser, no mínimo, interessante, né?

Sinopse: Penny Lane Bloom cansou de tentar, cansou de ser magoada e decidiu: homens são o inimigo. Exceto, claro, os únicos quatro caras que nunca decepcionaram uma garota - John, Paul, George e Ringo.
E foi justamente nos Beatles que ela encontrou uma resposta à altura de sua indignação: Penny é fundadora e única afiliada do Lonely Hearts Club - o lugar certo para a mulher que não precisa de namorados idiotas para ser feliz. Lá, ela sempre estará em primeiro lugar, e eles não são nem um pouco bem-vindos.
O clube, é claro, vira o centro das atenções na escola McKinley. Penny, ao que tudo indica, não é a única aluna farta de ver as amigas mudarem completamente (quase sempre, para pior) só para agradar aos namorados, e de constatar que eles, na verdade, não estão nem aí para elas.
Agora, todas querem fazer parte do Lonely Hearts Club, e Penny é idolatrada por dezenas de meninas que não querem enxergar um namorado nem a quilômetros de distância. Jamais. Seja quem for. Mas será realmente que nenhum carinha vale a pena?
E foi justamente nos Beatles que ela encontrou uma resposta à altura de sua indignação: Penny é fundadora e única afiliada do Lonely Hearts Club - o lugar certo para a mulher que não precisa de namorados idiotas para ser feliz. Lá, ela sempre estará em primeiro lugar, e eles não são nem um pouco bem-vindos. O clube, é claro, vira o centro das atenções na escola McKinley. Penny, ao que tudo indica, não é a única aluna farta de ver as amigas mudarem completamente (quase sempre, para pior) só para agradar aos namorados, e de constatar que eles, na verdade, não estão nem aí para elas. Agora, todas querem fazer parte do Lonely Hearts Club, e Penny é idolatrada por dezenas de meninas que não querem enxergar um namorado nem a quilômetros de distância. Jamais. Seja quem for. Mas será realmente que nenhum carinha vale a pena?
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A Batalha do Apocalipse - Da Queda dos Anjos ao Crepúsculo do Mundo (Eduardo Sphor)

"No céu e no inferno, o Armagedon marca o início de uma nova era. Quando o ciclo for completado, Deus despertará de seu sono e todas as sentenças serão revistas. O tecido da realidade cairá. Antigos inimigos se enfrentarão, e não haverá fronteiras entre as dimensões paralelas. Esse será o Dia do Ajuste de Contas.

O crepúsculo do sétimo dia se aproxima, e a noite cairá em breve."


Eu queria um livro de autor nacional pra indicar, e fiquei matutando um tempão pra achar algo moderno, inovador e muito bacana. Claro que a literatura brasileira tem muita coisa boa, mas o que me chamou a atenção recentemente pela riqueza da história foi esse do Eduardo Sphor, A Batalha do Apocalipse. Se você curte RPG, é fã de sagas épicas como O Senhor dos Anéis e Crônicas de Gelo e Fogo, garanto que irá amar esse livro. Fiquei impressionada com o talento do autor e como ele criou uma história tão bem montada. Orgulho total se o bonitinho fosse publicado lá fora também...

Sinopse: Há muitos e muitos anos, há tantos anos quanto o número de estrelas no céu, o Paraíso Celeste foi palco de um terrível levante. Um grupo de anjos guerreiros, amantes da justiça e da liberdade, desafiou a tirania dos poderosos arcanjos, levantando armas contra seus opressores. Expulsos, os renegados foram forçados ao exílio, e condenados a vagar pelo mundo dos homens até o juízo final.
Mas eis que chega o momento do Apocalipse, o tempo do ajuste de contas, o dia do despertar do Altíssimo. Único sobrevivente do expurgo, o líder dos renegados é convidado por Lúcifer, o Arcanjo Negro, a se juntar às suas legiões na batalha do Armagedom, o embate final entre Céu e o Inferno, a guerra que decidirá não só o destino do mundo, mas o futuro do universo.
Das ruínas da Babilônia ao esplendor do Império Romano; das vastas planícies da China aos gelados castelos da Inglaterra medieval. A batalha do Apocalipse não é apenas uma viagem pela história humana, mas também uma jornada de conhecimento, um épico empolgante, cheio de lutas heroicas, magia, romance e suspense.
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Orgulho e Preconceito (Jane Austen)

"A vaidade e o orgulho são coisas diferentes, embora as palavras sejam frequentemente usadas como sinônimos. Uma pessoa pode ser orgulhosa sem ser vaidosa. O orgulho se relaciona mais com a opinião que temos de nós mesmos, e a vaidade, com o que desejaríamos que os outros pensassem de nós".

Se tem um escritora da qual eu sou fã e admiro demais a delicadeza de suas histórias, é a Jane Austen. Ela é um ícone, um símbolo no qual se inspirar. E acho que todo mundo devia ler, ao menos, um livro dela. Orgulho e Preconceito é um dos mais encantadores pela sua pureza e o tom emocional singelo que demonstra. A história de amor de Elizabeth e Mr. Darcy é uma das mais comentadas e aclamadas no mundo inteiro, e apesar de ser um conto de época, sempre parece muito atual e moderno. Beleza e emoção são sinônimos dessa obra. (Aproveitem também pra ver o filme com a Keira Knightley que é igualmente belíssimo).

Sinopse: Na Inglaterra do final do século XVIII, as possibilidades de ascensão social eram limitadas para uma mulher sem dote. Elizabeth Bennet, de vinte anos, uma das cinco filhas de um espirituoso, mas imprudente senhor, no entanto, é um novo tipo de heroína, que não precisará de estereótipos femininos para conquistar o nobre Fitzwilliam Darcy e defender suas posições com perfeita lucidez de uma filósofa liberal da província. Lizzy é uma espécie de Cinderela esclarecida, iluminista, protofeminista. Neste livro, Jane Austen faz também uma crítica à futilidade das mulheres na voz dessa admirável heroína — recompensada, ao final, com uma felicidade que não lhe parecia possível na classe em que nasceu.

Bom, galeres, espero que vocês tenham curtido as dicas e se motivem a se jogar na leitura, sejam desses ou de qualquer outro livro. O importante é sempre trabalhar a cultura, ocupar a mente com coisas produtivas e aprender coisas novas através disso. E quem tiver dicas bacanas de outros títulos pode deixar por aqui também que eu vou amar!

Bjoks, procês!

>>> Bagunceira precisando diminuir urgentemente esses posts estupidamente grandes que anda fazendo ultimamente...


3 comentários:

  1. ah!! Amei "Orgulho e Preconceito" tanto o livro quanto o filme.
    Convido-a para seguir e comentar:
    http://eternamente-princesa.blogspot.com.br/

    Bjs

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  2. @Luiza Orgulho e Preconceito é um docinho de coco de tão bom,rsrsrs...

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  3. Muuuuito boa sua seleção de livros. Fiquei curiosa com esse das amigas solteiras.. kkk vou procurar pra ler. Valeu!

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