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16 setembro 2012

EU VI - Maratona Christian Bale #02: Equilibrium

Continuando com a maratona de filme mais linda de todos os tempos, sobre o sujeito macho brabo infeliz mais gatos de todos os tempos, meu Bátima predileto, hehehe...


Filme de hoje, Equilibrium, produção de 2002 do diretor Kurt Wimmer, o mesmo que dirigiu mais recentemente Salt com a Angelina Jolie, e ainda tem Emily Watson e Sean Bean (nosso eterno Boromir and Lord Stark) no elenco.


Nos primeiros anos do século XXI aconteceu a 3ª Guerra Mundial. Aqueles que sobreviveram sabiam que a humanidade jamais poderia sobreviver a uma 4ª guerra e que a natureza volátil dos humanos não podia mais ser exposta. Então uma ramificação da lei foi criada, o Clero Grammaton, cuja única tarefa é procurar e erradicar a real fonte de crueldade entre os humanos: a capacidade de sentir, pois há a crença de que as emoções foram culpadas pelos fracassos das sociedades do passado. Desta forma existe um estado tolitário, a Libria, que é comandado pelo "Pai" (Sean Pertwee), que só aparece através de telões. Foi decretado que os cidadãos devem tomar diariamente Prozium, uma droga que nivela o nível emocional. As formas de expressão criativa estão contra a lei, sendo que ao violar qualquer regulamento a não-obediência é punida com a pena de morte. John Preston (Christian Bale) é um Grammaton, um oficial da elite da lei, que caça e pune os "ofensores", além de ter poder para mandar destruir qualquer obra de arte. Um dia, acidentalmente, Preston não toma o Prozia. Pela primeira vez ele sente emoções e começa a fazer questionamentos sobre a ordem dominante.


Trailer:



Antes de tudo, tenho que começar dizendo pra você, caro leitor que já viu esse filme e que acha ele muito dãaaa, eu não me importo nada com isso. Primeiro, porque tem o meu lindo e apaixonante Mr. Bale sensualizando geral e segundo porque por alguma razão que me foge ao entendimento, eu realmente gosto do danado do filme.


Esses filmes de ficção científica meio que dão uma enrolada na cabeça da gente, mas a viagem deles às vezes é tão grande que vale a pena você se esforçar pra tentar entender (#burra mode on). Mas Equilibrium apresenta uma história até compreensível e explicável: o mundo ficou um caos pós Terceira Guerra e o 'governo' entendeu que o que causava todas as tragédias eram os sentimentos das pessoas, daí criaram um método de impedir que o povão tivesse essas sensações confusas como amor, ódio, tristeza, alegria, raiva, enfim. E isso é até bacaneeenha, só que o muído todo é o sistema de repressão a qualquer um que discorde das novas leis, ou seja, os malfadados rebeldes. Tudo que é relacionado a arte, música ou que gere algum tipo de confusão ao ser humano tem de ser destruído pelo Clero Grammaton- a 'polícia' que combate os transgressores.

Bale-Coisa-Mais-Linda é John Preston, um dos oficiais da Grammaton, e o bixiguento é brabo feito a gota, derruba tudo quanto é coitado em uma tacada só e tem o maior lance Matrix escapando ileso de altos tiroteios. Ou seja, muita ação rega a história toda.


Só que John percebe que seu amigo e colega de trabalho está agindo estranhamente... E logo decide investigar tal comportamento. O que ele descobre não é nada muito agradável, mas é a partir das atitudes desse incidente que as coisas começam a clarear para o lindo oficial. John tem dois filhos e se considera um pai de família satisfeito. Sua esposa teve de ser eliminada pela Grammaton acusada de violação de sentimento - entenda que tal violação foi a sujeita ter se apaixonado pelo marido e provavelmente pelos filhos. Maior doideira... E o pobre do Joãozinho dopado que é uma beleza pelo tal do Prozia, substância que afasta as emoções, não percebe a cilada em que está envolvido.


Mas nem só de viver no mundo da lua vive o bofe. Ele arranja outro lunático pra trabalhar com ele, tem de investigar uma mulher que foi presa recentemente e tudo indica que foi amante do seu antigo colega de trabalho, e ainda por cima, precisa lidar com as constantes cobranças do seu chefe e as atitudes assustadoras do seu filho pequeno. E um belo dia de sol chega para deixar a vida de John mais light: ele não toma o tal remedinho e tudo começa a ficar muito nebuloso. Os sentimentos vão surgindo e ele não consegue lutar contra.


Daí por diante o filme inicia uma redoma de descobertas por parte de John. É bem interessante ver como ele se revela tendo os sentimentos aflorados. É nisso que o filme peca, claro, porque não tem condições nenhuma nem aqui nem na Conchinchina de um ser humano não ter emoção alguma. Algo ele precisa sentir para permanecer vivo, mas enfim, eu avisei que era doideira ao nível extremo.

Mas nessas partes de descoberta, podemos ver a exuberância magnífica de atuação do nosso lindo boy magia. As cenas onde ele se vê cercado por antiguidades, identificando as sensações que cada pequena lembrança lhe traz... Palminhas pro sujeito que me fez chorar junto!



Equilibrium ainda tem mais um montão de cenas de ação bem porretas, tem um misteriozinho agoniado no ar, e por fim, deixa aquela ansiedade sem noção de saber o que se sucederá com John e Companhia Limitada. Fora que... Putz, véi... O bofe passa muito tempo sem camisa e isso é... Isso é... Como posso dizer? O cúmulo da canalhice ordinária usada em prol de atacar garotinhas sensíveis e indefesas como essa aqui que vos fala.


E dando fim ao segundo post dessa maratona muito feliz e maravilhosa (há!), digo a todos que o filme é muito massa, vale a pena assistir nem que seja pra ficar retardada babando pelo John Preston o tempo todo feito eu.

>> Penso que homens como esse são feitos para deixar nós mulheres em estado de demência plena... =0


Outro pôster:

2 comentários:

  1. Colega quer ficar mais tensa ????? Tem um filme que o Cristian fez chamado METROLAND e´uma comedia sobre um pai de família em crise que com o retorno do amigo de farra começa a relembrar de sua juventude e de umas aventuras amorosas ELE APARECE PELADINHO DE FRENTE E COSTA E EM AÇÃO. Ja viu VELVET GOLDMINE ????? Nesse filme ele e´um homosexual mas ainda na fase das descobertas ESSES DOIS FILMES SÃO IMPRÓPRIOS.

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    Respostas
    1. Menina, me dá ideias não... kkkk Se com um filme como esse eu já fico arrasada de emoção pelo Bale, imagina com outros? Mas acho que os meus preferidos dele são os do Báaaaatima mesmo. Coisa linda aquilo ali rsrs.

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