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29 abril 2013

Inspiração #13: Bailarina no Dia Mundial da Dança


Porque no Dia Internacional da Dança, eu tinha que deixar minha Inspiração aqui registrada...

É isso mesmo. Hoje é comemorado do Dia Mundial da Dança, instituído pela Unesco desde 1982, sendo essa a data de nascimento do mestre francês revolucionário Jean-Georges Noverre. E por coincidência, também é a data de aniversário da bailarina brasileira Marika Gidali, responsável pela fundação do Ballet Stagium em São Paulo.

Mas bem, por que afinal estou falando sobre isso? Ora bolas, porque quase como toda menina que se preze, eu já sonhei em ser bailarina quando pequena, né?!


É, eu sonhava ardentemente subir naquelas sapatilhas de ponta e conseguir fazer todos os pliés e pas de deux que eu via na TV. E achava o cúmulo da beleza aquelas vestidos rodados com saias de tules, tudo banhado a rosa e a purpurina. Sério mesmo, eu tinha uma necessidade gritante de ser uma bailarina. Até fiz aulas por uns quatro meses quando tinha oito ou nove anos. 



Mas aí a gente cresce e os sonhos vão mudando de lugar. E antes o que era legal em sapatilhas cor de rosa pareceu sem fundamento, de repente. Não tinha tempo para as aulas e se querem bem saber, não tinha nem o biotipo. As meninas do ballet são magrinhas de doer, perninhas finas, dedos tornos, movimentos firmes e delicados. Eu tinha mais estrutura para uma boa dançarina de salsa ou lambada.

E foi mais ou menos por aí que aproveitei minha adolescência.



A dança de salão me apareceu anos depois, quando eu já estava enturmadinha dos garotos e usava a dança como estratégia de ataque, se é que vocês me entendem. Mas mesmo gostando muito de girar no salão e suar feito geladeira em shows que geralmente eu frequentava, sempre havia algo em mim que me puxava pro ballet outra vez.

Foi uma pena, porque nunca mais voltei a fazê-lo.


Hoje ainda não resisto a um bom e velho adágio... Acho rico, lindo, incrível. Se pudesse colecionaria bailarinas em miniatura pra me motivar a permanecer em movimento, porque afinal a dança é isso, um movimento contínuo e que ruma à uma perfeita explosão.

Gostaria de ter tido mais oportunidades com a dança ou mesmo, ter aproveitado mais as que tive. Dançar costumava fazer tão bem a minha alma como hoje a leitura faz. É como eu disse, a gente cresce e os sonhos vão mudando de lugar. Talvez eu não funcionasse mesmo como bailarina, ou qualquer uma dessas coisas em que o corpo é seu principal instrumento de expressão.


Penso quem um dia, quando eu crescer novamente e os sonhos mudarem outra vez de lugar, eu volte para aquele sonho infantil de montar nas sapatilhas de pontas e girar em vários jetés e piruetas. Quem sabe até eu participe de um O Lago dos Cines, hã?

Não custa nada continuar sonhando... 


Um comentário:

  1. Ai que lindo! Nossa!
    E eu boquei vidrada nessas fotos marafilhosas! Parabens pelo post!

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