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22 novembro 2013

5 Livros para Chorar

Acho que já vi essa TAG em algum blog por aí, mas juro que não lembro onde. Se alguém souber, pode me informar nos comentários... 

É bem básico: 5 livros bonitinhos e que arrancaram as mais memoráveis lágrimas dessa pobre e coitada leitora. Nada mais.

Vâmo vendo...


#A Culpa é das Estrelas


"— Mas você tem medo do esquecimento. 

— Sim, eu tenho medo do esquecimento terreno. Mas, quer dizer, não quero parecer meu pai nem minha mãe falando, mas acredito que os seres humanos têm alma, e acredito na manutenção da alma. O medo do esquecimento é outra coisa, o medo de não ser capaz de dar a minha vida em troca de nada. Se você não vive uma vida a serviço de um bem maior, precisa pelo menos morrer uma morte a serviço de um bem maior, sabe? E eu tenho medo de não ter nem uma vida nem uma morte que signifique alguma coisa."

Afffee, vamos começar bem. O que posso dizer sobre esse bonito? Lindo e perfeito é clichê demais. A história da Hazel e do Augustus não somente me fez chorar, como também me arrancou um monte de reflexões sobre a vida. Fiquei devastada após a leitura, deprimida e não de uma forma ruim, mas é que... Como explicar? Esse é daqueles livros que mexe com um sentimento que você nem sabe que tem e te proporciona emoções que você nem sonha que existam. Chorar de rir, chorar de amor, chorar de dor, chorar de saudade, e chorar apenas por chorar é o lema de A Culpa é das Estrelas. #TeAmoJohnGreen!
(Resenha do Livro AQUI)


#A Menina que Roubava Livros


"Odiei as palavras e as amei,
e espero tê-las usado direito."

Livrinho bandido que me tomou um baita tempo pra realizar sua leitura, mas que quando concluí, a única reação foi de choque e indignação. A Liesel me fez chorar pela sua inocente beleza e sua vontade de fazer a diferença em pleno caos da Segunda Guerra. Ela me fez chorar com suas palavras e com a falta delas. Mas principalmente, chorei junto com a Morte por ter de cumprir sua obrigação quando restava apenas o medo e a solidão. Pra quem ama as palavras e sabe realmente a importância delas, esse é um livro perfeito, repleto de significado e intensidade.


#Amante Desperto


"Zsadist girou ao redor e viu como o braço de seu gêmeo se balançava para baixo. A agulha se cravou no pescoço de Zsadist e ele sentiu que a morfina ia diretamente à sua jugular. Gritando, Phury o agarrou pelos ombros. Quando a droga começou a fazer efeito, ele cedeu e com alívio caiu ao chão. Phury se ajoelhou a seu lado e acariciou seu rosto. 
— Só tenho a ti para viver. Se você morrer, não tenho nada. Estou completamente perdido. E você é necessário aqui. 
Zsadist tratou de estender a mão, mas não pôde levantar os braços quando Phury se ergueu. 
— Deus Zsadist, sigo pensando que nossa tragédia vai terminar. Mas não se acabará, verdade? 
Zsadist se abateu com o som das botas de seu gêmeo que saiam do quarto."

Vocês devem pensar que eu já inventei uma desculpa qualquer pra pôr esse livro aqui, né? Mas NÃO! Amante Desperto tem direito e explicação plausíveis para compôr esse TOP 5. Tudo bem que ele é o livro mais fofo da série da Irmandade da Adaga Negra, que ele é o livro do Z, que ele é lindo e lindo e lindo, mas não é essa a razão. O fato desse livro me fazer chorar nem sequer é o romance Zsadist/Bella, pra variar. Sim,  o romance é tudo de lindo, mas esse livro me deixa tonta e demente simplesmente por conta da relação problemática do Z com seu irmão Phury. Genteim do céu... A história do Z é mesmo muito triste, mas ainda mais triste é o processo de salvação e cura dele. O Phury está disposto a se sacrificar para manter o irmão na linha e isso não é algo tranquilo de se ver. Chorei horrores durante algumas cenas, sério mesmo. Fiquei meio pra baixo ao pensar num tipo de relação assim, onde um irmão precisa passar por momentos traumatizantes para que o outro permaneça de alguma forma seguro. Sim, o Z deixou uma marca eterna em mim...
(Resenha do Livro AQUI)


#Lua Nova


"Tudo parecia exatamente igual ao que eu havia deixado. Eu pressionei o topo do Cd Player. O trinco se desprendeu, e a tampa foi se abrindo lentamente. Estava vazio. O album que Renée havia me dado estava no chão ao lado da cama, exatamente onde eu o havia colocado da última vez. Eu levantei a capa com uma mão tremendo. Eu não tive que ir além da primeira página. O pequeno gancho de metal ja não prendia mais nenhuma foto. A página estava vazia, a não ser pela minha própria escrita rabiscada embaixo: Edward Cullen, Cozinha de Charlie, 13 de Setembro.

Eu parei aí. Eu tinha certeza de que ele havia sido bastante competente. 

Será como se eu nunca tivesse existido.

Eu sentí o chão de madeira suave embaixo dos meus joelhos, e então as palmas das minhas mãos, e então ele estava pressionado na pele da minha bochecha. Eu esperava estar desmaiando, mas, pro meu desapontamento, eu não perdí a consciência. As ondas de dor que até agora só haviam tocado em mim agora ficavam mais altas e passavam pela minha cabeça, me afogando. 

Eu não emergí."

Why, Lua Nova? Já estão fazendo carinha feia pra mim, enrugando o nariz e dizendo: Ela vai falar de Crepúsculo?! Sim, eu vou! Porque não é a história em si que me causou tremores, mas a forma como a dona Steph conduziu a história sofrida da Bella arrasada pela separação do seu amor. Pra mim, Lua Nova é o melhor livro da série, simplesmente porque eu sofri mesmo junto com a Bella. A cada sensação de buraco no peito eu estava lá, sentindo o mesmo buraco que ela. A cada refletir do sol de Jacob, eu estava lá tentando me reerguer junto com ela. Eu conseguia entender até os acessos de loucura em busca de adrenalina só pra ter uma breve visão do Edward... E o negócio é esse mesmo: afundei junto com a Bella e não tenho vergonha de assumir.


#A Cabana


"Perdoar não significa esquecer, significa soltar a garganta da outra pessoa."
Se há um livro que me fez chorar todos os oceanos, rios e mares foi A Cabana, e independentemente de credo, esse livro realmente me fez analisar muito a minha vida. Profundo, intenso, enigmático; nos deparamos com a história de Mack e do desaparecimento de sua filhinha Missy de 6 anos. Uma história que cairia no clichê se não fosse a inspiração suprema de William P. Young ao trazer para as páginas um encontro com Deus fascinante. É mais do que um encontro, na verdade, é uma experiência plena e perturbadora, de algum modo.
Dor, raiva, perdão, desespero, angústia, superação... É um livro cheio de intensidade e com um teor psicológico absurdo. Minhas lágrimas foram por tudo, pela emoção, pela dor dos personagens, pela sensação de estar no lugar deles, e principalmente, pela força que o perdão proporciona em nossas vidas. Quer um livro para desabafar, para entregar os pontos? A Cabana vai te levar à catarse.


E chega de lágrimas por hoje, mas se você tem um livrinho dramático bacana para indicar, é só deixar aqui nos comentários. Eu vou adorar saber!

Bjs, galera! 

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