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02 março 2016

Pequenos Fatos Aleatórios sobre Mim

A boa de hoje, que talvez nem seja tão boa assim, é que a bagunceira aqui 'tava à toa na vida e decidiu abrir o jogo com as galeris legais que visitam o Baguncinhas. Coisinhas bobas sobre mim, já que creio que você andam me conhecendo muito pouco.

Sendo assim, finjam que eu sou uma garota divertidíssima, cheia das tendências, influenciadora e altamente uma formadora de opinião. Assim a coisa fica mais interessante.

E se joguem nos babados!

Não sou do verão. Siiimmmm, é isso. Gente, o fato é que sequer sei me comportar como alguém do verão (e existe isso?). Até gosto de um pouco de sol, do mar e de passear na praia, mas eu definitivamente não sou uma pessoa desse clima tão aceso. Prefiro um outono, um inverno, algo que me faça ficar de casaco e sapato fechado e que não me deixe culpada pela minha pele clara. A sensação da areia da praia e de óleo bronzeador é a coisa mais angustiante que existe e pra ser sincera, detesto essa sina de ter que ficar lá torrando de cara para o sol. Não, definitivamente, eu não sou uma pessoa muito simpática de dezembro a março.








Sou louca por azeitona. Ah, eu não sei explicar! Eu simplesmente adoro azeitonas. Toda vez que vejo elas em qualquer saladinha, pratinho bonitinho eu já fico toda feliz. Azeitona é como pipoca pra mim, se deixar eu como sem parar. E ainda sou daquela que no restaurante coloca duas mil azeitonas no prato, enquanto os outros ficam olhando me achando uma maluca. Mas aquele azedinho é uma delícia...






Compro mais livros do que os leio. Nossa, isso é feio de se dizer, né? Mas é verdade. Hoje eu tô mais comportada e sem comprar tanto livro assim, mas logo no início eu era quase uma compulsiva. Tudo bem que comprei muito livro em promoções ótimas, mas uma boa parte deles ainda não li. O jeito foi mudar de tática e deixar pra comprar só aqueles livros super favoritos, ou que eu já tinha lido antes e queria ter na estante. Vivo tentando botar a leitura em dia, mas o tempo não deixa, e além do mais, ando lendo tanta coisa pra faculdade que, às vezes, fico preguiçosa de pegar outra coisa. Vida ingrata...








Não tenho um estilo musical preferido. Nem nunca tive. Acho que sou de fases. Gosto de música clássica, gosto de pop, gosto de rock, gosto de baladinhas românticas, gosto de uma novidade tosca que apareceu recentemente. Nunca, jamais me peça pra definir meu gosto musical, isso é praticamente impossível. Eu nem mesmo tenho um cantor preferido! Ah, vá lá que eu gosto muito de alguns, mas não há o Número 1. Posso dizer o que não gosto, mas eu de fato, tenho facilidade de gostar de muita coisa. Não me julguem.












Não sigo nenhuma modinha. Acho que realmente não tenho um estilo de me vestir. Sério. Se você abrir meu guarda-roupa, tudo o que provavelmente encontrará são coisas básicas passeando entre preto, azul (muito azul) e alguns tons de verde. Nada além. Tenho poucas peças estampadas, quase nada de amarelo, rosa pior ainda e realmente não há nada muito moderno entre minhas escolhas. Minha prioridade é estar confortável sempre. E eu não sou daquelas que sai comprando tudo que aparece de novidade nas vitrines, só me arrisco mais quando se trata de bijuterias. Isso me faz uma pessoa sem personalidade? Dane-se.











Sou a distração em pessoa. Sou muito desatenta. Minha vida se resume a um desastre atrás do outro por causa da minha falta de concentração. Detesto dirigir, detesto fazer provas, detesto conversar no telefone por muito tempo porque tudo isso exige muito da minha atenção e eu me distraio com muita facilidade. No meio de uma conversa eu de repente, dou aquela viajada básica. Não é culpa minha, não é de propósito, eu só não consigo passar muito tempo com o foco em uma coisa só. Minha mente é multifuncional, ela precisa estar trabalhando fervorosamente o tempo inteiro e apenas um estímulo não é capaz de suprir a necessidade dela. Mente do mal, eu acho. Será que eu preciso de ajuda profissional? Jesus!!!




Sou louca por batom... E por esmalte nem se fala. Poucos são meus vícios, mas quando os tenho, são daqueles rasgados, insanos, preocupantes. Entre os últimos estão meus ataques compulsivos em colecionar batons e esmaltes. Credo. Isso é loucura! Quanto aos batons tenho sido mais recatada, direita e comprando pouquíssimos. Mas esmaltes? Se eu for na lojinha de cosméticos, saio com pelo menos três novas cores de lá. Minha coleção absurda tá passando de cem vidrinhos. Me chamem de doida. #Culpada #PrecisoDeRehab










Adoro pesquisar sobre tudo. Me deixem longe da Wikipédia. Me deixem longe do Google. Me deixem longe de qualquer coisa. Eu sou a louca que não pode ouvir falar sobre nada que logo em seguida tem que ir lá fuçar. Na Wikipédia eu simplesmente me perco do mundo, porque vou de link e link, catando e curiando até esquecer de onde eu tinha começado. É um problema seríssimo. Sou capaz de perder preciosas horas do meu tempo pesquisando sobre coisas aleatórias que de nada contribuirão pra minha vida. Terrível.










Já dancei muito. Affeee... Resquícios de um passado longínquo. Já fui quase dançarina, acreditam? Fiz balé quando era criança e sonhava em sair por aí dando plies, daí cresci e saltitei para as danças de salão da vida. Fiz até aula, minha gente. Aula!!! Rumba, merengue, salsa, lambada... Vergonha alheia me define? Hoje eu sinto que não tenho o menor ritmo. Ainda sei sambar, pra não ficar por baixo, mas acho que não consigo dançar mais quase nada. Acompanhar passos sincronizados em par? Jamé. Mas continuo achando lindo, romântico e adoro todos esses filminhos bobinhos de dança, há!









Sempre quis aprender a tocar piano. De dançarina para instrumentista. Mas foi só sonho. Talvez ainda seja. Não tenho dom pra música, realmente. Precisa de coordenação e tá aí algo que me falta. E uma dose boa de concentração que é outra coisa também extinta no meu exaurido ser. Mas que acho a cara do supra sumo da riqueza tocar piano, ah, eu acho. Um dia, quem sabe.








Preciso usar aparelho. Isso também é traduzido como karma. Desde a adolescência meus dentes sisos decidiram que não iriam nascer normalmente, me causando todo aquele desconforto dos infernos e me dando um trabalho da gota. A consequência? Eles empurraram um pouco os dentes da frente, já que não tinham espaço pra nascer direito, e agora tenho os dentes ligeiramente inclinados para dentro. Todo ano eu marco com o dentista pra finalmente colocar o abençoado maldito do aparelho, mas o tempo não deixa. Nem nas férias. Por isso é um karma.







Nem vou perguntar se vocês curtiram a tosqueirice atômica que foi esse post. Logo, em vez disso, contem aí algum fato aleatório sobre vocês também. Vamos nos conhecer mais, povo. Criar intimidade, dar um up na relação, essas coisas.

Bagunceiros unidos nas proezas e nas bobeiras.

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